“Mas, ao contrário, houve júbilo e alegria, abate de gado e matança de ovelhas, muita carne e muito vinho! E vocês diziam: "Comamos e bebamos, porque amanhã morreremos".”
Jerusalém estava cercada, o julgamento à porta — e a resposta do povo foi abater gado e abrir o vinho, não cair de joelhos.
"Comamos e bebamos, porque amanhã morreremos" é o som de pessoas usando o prazer para adormecer a dor de um futuro que temem encarar.
O texto chama isso de "júbilo e alegria", mas é desespero com uma máscara — uma festa jogada bem no meio do colapso, não depois dele.
Todos nós temos uma versão dessa festa — a distração que buscamos quando o amanhã parece grande demais para enfrentar em oração.
Diferente dessa festa desesperada, a esperança em Deus não precisa fingir que o amanhã não existe — ela olha o amanhã de frente e confia Nele.
Aja: Nomeie a distração que você usa para não pensar no futuro, e leve esse medo específico a Deus em oração agora mesmo, em vez de abafá-lo.