“"Que grande inutilidade! ", diz o Mestre. "Que grande inutilidade! Nada faz sentido! "”
O Pregador não constrói o caso aos poucos — ele começa entregando a conclusão, para que você leia o livro inteiro já sabendo aonde ele quer chegar.
A palavra original evoca vapor ou fumaça — algo real, mas que escapa das mãos; a vida "debaixo do sol" tem substância, mas não se deixa segurar.
"Vaidade de vaidades" repetido quatro vezes num só versículo é o hebraico gritando um superlativo — o vazio que ele descreve não é leve, é total.
A frase-chave do livro inteiro é essa perspectiva limitada — tudo parece vazio quando visto só de baixo, sem olhar para o que está além do horizonte.
A Escritura não evita a pergunta difícil — ela nomeia o vazio de frente, porque só quem reconhece a doença procura o verdadeiro remédio.
Aja: Escreva uma coisa que você tem buscado "debaixo do sol" para se sentir pleno, e ore pedindo a Deus que redirecione essa busca para ele mesmo.