“Se tão-somente houvesse alguém para servir de árbitro entre nós, para impor as mãos sobre nós dois,”
Job sente a distância entre um Deus infinito e um homem sofredor de forma tão concreta que chega a nomear o que falta: alguém no meio.
Job imagina alguém que possa tocar tanto Deus quanto ele mesmo — uma ponte capaz de alcançar os dois lados de uma vez.
O que Job pede como algo impossível, séculos depois se torna realidade em Cristo, o único que é plenamente Deus e plenamente homem.
No meio da sua angústia, Job não desiste de Deus — ele procura um caminho para chegar mais perto d'Ele, não para se afastar.
"Há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus" — o clamor de Job já tem resposta em nome.
Aja: antes do café, leve a Deus algo que você sente distante demais para tocar sozinho, e agradeça a Cristo por ser a ponte que Job ainda não tinha.