“Os que tocavam cornetas e os cantores, em uníssono, louvaram e agradeceram ao Senhor. Ao som de cornetas, címbalos e outros instrumentos, levantaram suas vozes em louvor ao Senhor e cantaram: "Ele é bom; o seu amor dura para sempre". Então uma nuvem encheu o templo do Senhor, de forma que os sacerdotes não podiam desempenhar o seu serviço, pois a glória do Senhor encheu o templo de Deus.”
Trombeteiros e cantores não louvavam cada um a seu modo — eles se uniam numa só voz, e é essa unidade que precede a glória descendo.
A letra que eles cantaram era simples: Ele é bom, o seu amor dura para sempre — não uma teologia complexa, só a verdade mais firme que existe.
A glória de Deus foi tão intensa que os sacerdotes não conseguiram continuar ministrando — quando Deus se manifesta de verdade, até a rotina religiosa precisa parar.
Foi exatamente quando eles louvaram que a glória encheu a casa — o louvor não é apenas resposta à presença de Deus, é também o que a convida.
O texto repete 'a casa, a casa do Senhor' — uma ênfase que lembra que aquele espaço, e sua própria vida, existem para abrigar a glória de Deus.
Aja: Cante ou declare em voz alta agora as palavras 'Ele é bom, seu amor dura para sempre' — junte sua voz à dos que vieram antes de você.