“Pois estou convencido de que nem morte nem vida, nem anjos nem demônios, nem o presente nem o futuro, nem quaisquer poderes, nem altura nem profundidade, nem qualquer outra coisa na criação será capaz de nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.”
Paulo não diz "eu espero" — ele diz "estou convencido". O amor de Deus permite convicção, não apenas desejo.
Morte, vida, anjos, poderes, presente, futuro — Paulo percorre cada ameaça possível e descarta uma por uma.
"Nem o presente nem o futuro" — o que ainda não aconteceu também não pode separá-lo. O seu amanhã já está dentro da promessa.
Esse amor está "em Cristo Jesus" — ancorado na obra dele, não na firmeza das suas mãos. Quem segura é Ele.
Sentir-se longe de Deus não significa estar longe. Nos dias frios, escolha a verdade do texto, não o termômetro da emoção.
Aja: antes do café, escreva num cartão "nada pode me separar do amor de Deus" e deixe-o onde os seus olhos vão passar o dia inteiro.